Epilepsia e Emprego: Como ultrapassar as incapacidades no trabalho

O fato de ter epilepsia não o/a impede de protagonizar uma vida profissional ativa. Por isso, aqui ficam alguns conselhos para encontrar o emprego certo para si.

Epilepsia e Emprego

Quando estiver à procura de emprego, faça como toda as pessoas!

Tenha em conta as suas qualificações profissionais, assim como as suas aptidões e preferências. A partir daí… envie currículos!

Tome precauções em frente ao computador

Se a sua epilepsia não for fotossensível, não existe qualquer problema em trabalhar com computadores. No entanto, prefira os ecrãs modernos, e, se for possível, instale um filtro. Dessa forma, pode reduzir os reflexos e variações de brilho que podem desencadear uma crise de epilepsia.

Seja franco com o médico

Durante o exame médico de admissão, fale da sua epilepsia. O médico poderá então decidir se é ou não relevante informar os seus empregadores. Lembre-se de que o médico está obrigado a sigilo profissional, pelo que não irá informar a sua entidade patronal.

Pondere informar a entidade patronal e os colegas

Não é legalmente obrigado a fazê-lo, sendo uma decisão que depende unicamente de si. No entanto, muitas pessoas preferem que os colegas saibam como reagir em caso de crise. Para além disso, falar sobre a epilepsia ajuda a desmistificar a doença.

Invista nas primeiras impressões

O período de estágio (ou experimental) é a sua oportunidade de demonstrar que é capaz de se adaptar ao trabalho e que consegue gerir as suas obrigações. Quando começar, certifique-se de que dorme o suficiente e que tem uma alimentação correcta. Tente não se enervar excessivamente e… boa sorte!

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